quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Somos livres e nosso voto é secreto
A campanha eleitoral é oportunidade para empenho de todos na reflexão sobre o que precisa ser levado adiante com responsabilidade e o que deve ser modificado, em vista de um Projeto Nacional com participação popular
Estamos construindo uma forma diferente de fazer Política e, sobretudo, estamos construindo um novo político. Nossa missão é de ser construtores de uma política de respeito aos direitos humanos; de valorização de homens e mulheres; de proteção ao meio ambiente e de fortalecimento dos movimentos sociais. Se nunca aceitamos ser ludibriados por quaisquer forças políticas, hoje não aceitamos e não queremos ludibriar os que nos confiaram o seu voto em dois mil e oito. No próximo dia 03 de outubro tomaremos a decisão importante de eleger os nossos representantes, aqueles que velem para que nossa missão seja cumprida, aqueles que durante o mandato sirvam aos interesses e às necessidades da população, aqueles que são e apóiam a FICHA LIMPA. Sim, pois 85% dos brasileiros apóiam a Ficha Limpa e mais de 2 milhões se mobilizaram pela aprovação da lei. Por isso, incentivamos a que todos participem e expressem, através do voto ético, esclarecido e consciente, a sua cidadania nas próximas eleições, superando possíveis desencantos com a política, procurando eleger pessoas comprometidas com o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana.
Queremos mais porque merecemos mais do que nos oferecem e assim o queremos porque podem nos oferecer mais. Não nos conformemos com pouco e por tão pouco tempo. Queremos educação e a queremos com altos índices de qualidade. Queremos saúde e a queremos em pleno funcionamento e com eficiência e eficácia, pois a vida é o bem maior que temos, necessita ser assistida. A vida é um curso que não pode seguir apenas em tempos de campanha, ela é até que a morte a interrompa. Queremos saneamento básico: esgotamento sanitário, sarjeta, meio fio, asfaltamento, coleta regular de lixo, água tratada. Queremos esporte e lazer. Queremos uma política consistente de garantia de emprego e geração de renda. Queremos tudo o que temos direito, inclusive o direito de ter direitos.
Nesse dia 03 de outubro temos grande responsabilidade com o conjunto da sociedade, devemos pedir a Deus que nos dê sabedoria para aceitar aquilo que não pode ser mudado e coragem para mudar aquilo que precisa ser mudado. Temos opções, entre elas, votar por conveniência, por acomodação ou votar em busca de melhores dias para a população de Bacabal e do Maranhão. Mas para mudar o Maranhão é preciso ter atitude, é preciso querer para todos nós e não apenas para alguns. Temos o poder de decidir no voto secreto o que realmente queremos. Juntos, nós geramos uma onda de esperança por um governo sem corrupção nunca antes vista. Este é o começo de uma política que trabalha para o povo.
Vamos à luta! Vamos às urnas! Somos livres e nosso voto é secreto!
Estamos construindo uma forma diferente de fazer Política e, sobretudo, estamos construindo um novo político. Nossa missão é de ser construtores de uma política de respeito aos direitos humanos; de valorização de homens e mulheres; de proteção ao meio ambiente e de fortalecimento dos movimentos sociais. Se nunca aceitamos ser ludibriados por quaisquer forças políticas, hoje não aceitamos e não queremos ludibriar os que nos confiaram o seu voto em dois mil e oito. No próximo dia 03 de outubro tomaremos a decisão importante de eleger os nossos representantes, aqueles que velem para que nossa missão seja cumprida, aqueles que durante o mandato sirvam aos interesses e às necessidades da população, aqueles que são e apóiam a FICHA LIMPA. Sim, pois 85% dos brasileiros apóiam a Ficha Limpa e mais de 2 milhões se mobilizaram pela aprovação da lei. Por isso, incentivamos a que todos participem e expressem, através do voto ético, esclarecido e consciente, a sua cidadania nas próximas eleições, superando possíveis desencantos com a política, procurando eleger pessoas comprometidas com o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana.
Queremos mais porque merecemos mais do que nos oferecem e assim o queremos porque podem nos oferecer mais. Não nos conformemos com pouco e por tão pouco tempo. Queremos educação e a queremos com altos índices de qualidade. Queremos saúde e a queremos em pleno funcionamento e com eficiência e eficácia, pois a vida é o bem maior que temos, necessita ser assistida. A vida é um curso que não pode seguir apenas em tempos de campanha, ela é até que a morte a interrompa. Queremos saneamento básico: esgotamento sanitário, sarjeta, meio fio, asfaltamento, coleta regular de lixo, água tratada. Queremos esporte e lazer. Queremos uma política consistente de garantia de emprego e geração de renda. Queremos tudo o que temos direito, inclusive o direito de ter direitos.
Nesse dia 03 de outubro temos grande responsabilidade com o conjunto da sociedade, devemos pedir a Deus que nos dê sabedoria para aceitar aquilo que não pode ser mudado e coragem para mudar aquilo que precisa ser mudado. Temos opções, entre elas, votar por conveniência, por acomodação ou votar em busca de melhores dias para a população de Bacabal e do Maranhão. Mas para mudar o Maranhão é preciso ter atitude, é preciso querer para todos nós e não apenas para alguns. Temos o poder de decidir no voto secreto o que realmente queremos. Juntos, nós geramos uma onda de esperança por um governo sem corrupção nunca antes vista. Este é o começo de uma política que trabalha para o povo.
Vamos à luta! Vamos às urnas! Somos livres e nosso voto é secreto!
Dia Nacional do 'tripalium'
Buscando compreender o sentido da palavra trabalho, partilho com o leitor/internauta que etimologicamente a palavra vem do latim tripalium, de tripaliare, que significa torturar com o tripálio, aparelho formado por três pés, que serve para sujeitar e imobilizar certos animais (cavalos, principalmente) para ferrá-los.
Por sua etimologia, trabalho é atividade penosa e constrangedora, que exige um esforço doloroso. Para a maioria dos(as) trabalhadores(as) ainda o é, seja porque é cruel, pesado, desumano, ou seja por não haver uma remuneração digna pelas horas e ou pelo esforço.
O trabalho dignifica o homem. Talvez por essa nuance homens e mulheres se submetem às mais desumanas formas de exercer uma atividade produtiva.
Pior que trabalhar "duro" é continuar "duro" após o trabalho, nesse ponto de vista acho que todos concordam, pois todo(a) trabalhador(a) é digno de seu salário. Mas interessante é ter salário digno!
Para a Filosofia trabalho é atividade consciente e voluntária, pela qual o homem exterioriza no mundo fins destinados a modificá-lo, de maneira a produzir valores ou bens social ou individualmente úteis e satisfazer assim suas necessidades.
Desse conceito filosófico enchemos nossos olhos, mas falta encher a mesa do(a) trabalhador(a). O homem do campo produz o alimento que vai à mesa do rico, mas não fica em sua própria mesa. Sim, porque não só de pão vive o homem, logo é necessário calçar, vestir, lazer, educação, entre tantas outras coisas e o que é produzido no campo é atravessado para a cidade.
O homem da cidade (comerciante) compra o que é produzido no campo, vende e revende, mas em geral não fica em sua mesa, pois os impostos são altíssimos e precisam ser devolvidos ao governo.
Penso seriamente qual o conceito que melhor se aplica ao termo trabalho, se o de sua etimologia ou que é dado pela Filosofia. Chego à conclusão que o verdadeiro trabalhador está com o tripálio sobre os seus ombros.
Por sua etimologia, trabalho é atividade penosa e constrangedora, que exige um esforço doloroso. Para a maioria dos(as) trabalhadores(as) ainda o é, seja porque é cruel, pesado, desumano, ou seja por não haver uma remuneração digna pelas horas e ou pelo esforço.
O trabalho dignifica o homem. Talvez por essa nuance homens e mulheres se submetem às mais desumanas formas de exercer uma atividade produtiva.
Pior que trabalhar "duro" é continuar "duro" após o trabalho, nesse ponto de vista acho que todos concordam, pois todo(a) trabalhador(a) é digno de seu salário. Mas interessante é ter salário digno!
Para a Filosofia trabalho é atividade consciente e voluntária, pela qual o homem exterioriza no mundo fins destinados a modificá-lo, de maneira a produzir valores ou bens social ou individualmente úteis e satisfazer assim suas necessidades.
Desse conceito filosófico enchemos nossos olhos, mas falta encher a mesa do(a) trabalhador(a). O homem do campo produz o alimento que vai à mesa do rico, mas não fica em sua própria mesa. Sim, porque não só de pão vive o homem, logo é necessário calçar, vestir, lazer, educação, entre tantas outras coisas e o que é produzido no campo é atravessado para a cidade.
O homem da cidade (comerciante) compra o que é produzido no campo, vende e revende, mas em geral não fica em sua mesa, pois os impostos são altíssimos e precisam ser devolvidos ao governo.
Penso seriamente qual o conceito que melhor se aplica ao termo trabalho, se o de sua etimologia ou que é dado pela Filosofia. Chego à conclusão que o verdadeiro trabalhador está com o tripálio sobre os seus ombros.
Dia Nacional da Educação

O Plano de Metas Compromisso Todos Pela Educação, instituído através do Decreto nº 6.094/07 está sendo o indicativo de que a educação pública precisa melhorar. A adoção de metas unicamente quantitativas nos objetivos de desenvolvimento do milênio relacionados à educação é equivocada e pode produzir efeitos negativos, afirma um artigo publicado na última edição da Poverty In Focus, uma revista do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo, um órgão do PNUD em parceria com o governo brasileiro.
"É a qualidade, não apenas a quantidade, da educação que importa", afirma o autor do texto, o pesquisador Yehualashet Mekonen, do African Child Policy Forum. "E a educação de baixa qualidade afeta negativamente os pobres", ressalta.
Hoje, 28 de abril, registra-se nacionalmente o dia da educação e neste ano um marco ocorrido. A Conferência Nacional de Educação na tentativa de se construir um sistema articulado de ensino; a elaboração (em curso) do novo Plano Nacional de Educação, com vigência a partir de 2011; a desvinculação dos recursos da união; a fixação do percentual de 5% do PIB para educação.
Na esfera estadual, a realização de concurso público ainda que para o provimento de um número ínfimo de vagas e o imediato seletivo para contratação. Na esfera municipal concurso público também com número inferior de vagas; a implantação do piso ainda que com entendimento distorcido; reforma e ampliação de escolas.
Apesar de algumas conquistas, ainda nos falta muito para comemorar:
1. A gestão democrática dos recursos públicos conforme determina a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional é um sonho e será uma conquista, ainda que forçada pela Lei de Responsabilidade Educacional.
2. A assistência à saúde física e mental para os profissionais da educação que atualmente estão acometidos de doenças como o tabagismo, alcoolismo, síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, estresse progressivo, entre outros males que não são hereditários, mas adquiridos na profissão.
3. A assistência psicossocial, pois não raras vezes os profissionais da educação são vítimas da violência infanto-juvenil. Um exemplo: ao praticar o assalto o bandido reconhece a vítima e controlando-a fala: "calma professora eu vou levar só a televisão, vou deixar sua bicicleta".
4. A assistência previdenciária, pois é freqüente a corrida dos profissionais da educação em busca de seus benefícios e tanto o INSS ou o Regime Próprio de Previdência, quanto os órgãos empregadores não respondem no tempo devido, conforme regulamentado em Lei. E a tão esperada aposentaria leva anos para ser concedida.
Enumeramos apenas quatro dramas dos educadores brasileiros no exercício da profissão. Enfim, nosso compromisso com a educação passa por um olhar critico sobre as lutas e as conquistas da classe, pois a melhor forma de se comemorar ao dia da educação é trabalhar por ela.
"É a qualidade, não apenas a quantidade, da educação que importa", afirma o autor do texto, o pesquisador Yehualashet Mekonen, do African Child Policy Forum. "E a educação de baixa qualidade afeta negativamente os pobres", ressalta.
Hoje, 28 de abril, registra-se nacionalmente o dia da educação e neste ano um marco ocorrido. A Conferência Nacional de Educação na tentativa de se construir um sistema articulado de ensino; a elaboração (em curso) do novo Plano Nacional de Educação, com vigência a partir de 2011; a desvinculação dos recursos da união; a fixação do percentual de 5% do PIB para educação.
Na esfera estadual, a realização de concurso público ainda que para o provimento de um número ínfimo de vagas e o imediato seletivo para contratação. Na esfera municipal concurso público também com número inferior de vagas; a implantação do piso ainda que com entendimento distorcido; reforma e ampliação de escolas.
Apesar de algumas conquistas, ainda nos falta muito para comemorar:
1. A gestão democrática dos recursos públicos conforme determina a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional é um sonho e será uma conquista, ainda que forçada pela Lei de Responsabilidade Educacional.
2. A assistência à saúde física e mental para os profissionais da educação que atualmente estão acometidos de doenças como o tabagismo, alcoolismo, síndrome do pânico, transtorno obsessivo compulsivo, estresse progressivo, entre outros males que não são hereditários, mas adquiridos na profissão.
3. A assistência psicossocial, pois não raras vezes os profissionais da educação são vítimas da violência infanto-juvenil. Um exemplo: ao praticar o assalto o bandido reconhece a vítima e controlando-a fala: "calma professora eu vou levar só a televisão, vou deixar sua bicicleta".
4. A assistência previdenciária, pois é freqüente a corrida dos profissionais da educação em busca de seus benefícios e tanto o INSS ou o Regime Próprio de Previdência, quanto os órgãos empregadores não respondem no tempo devido, conforme regulamentado em Lei. E a tão esperada aposentaria leva anos para ser concedida.
Enumeramos apenas quatro dramas dos educadores brasileiros no exercício da profissão. Enfim, nosso compromisso com a educação passa por um olhar critico sobre as lutas e as conquistas da classe, pois a melhor forma de se comemorar ao dia da educação é trabalhar por ela.
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